Artigos

Escrita e poderes urbanos nos concelhos de Coimbra, Santarém e Lisboa (1179-1325)

Dissertação de mestrado em Paleografia e Diplomática apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Lisboa, 2006, sob a orientação do Prof. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho e do Prof. Doutor Bernardo de Sá Nogueira.

Por Filipa Roldão a 14.01.2008 - Ler mais


Provisões régias recebidas pela cidade de Lisboa (1565-1585)

Dissertação de Mestrado em Paleografia e Diplomática apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Por Isaura Tereno a 14.01.2008 - Ler mais


Afonso Mexia, escrivão da câmara e da fazenda de D. Manuel I e de D. João III. Reconstituição e análise da sua actividade como redactor e escrivão de diplomas régios

Resumo da tese do Curso de Mestrado em Paleografia e Diplomática de Sara de Menezes Loureiro, sob a orientação do Prof. Doutor Bernardo de Sá Nogueira.

Por Sara Loureiro a 28.11.2007 - Ler mais


Existiu uma escrita manuelina? Estudo paleográfico da produção gráfica de escrivães da corte régia portuguesa (1490-1530)

Resumo da tese do Curso de Mestrado em Paleografia e Diplomática de Maria Teresa Pereira Coelho, sob a orientação do Prof. Doutor Bernardo de Sá Nogueira.

Por Teresa Coelho a 23.11.2007 - Ler mais


Classificação das Escritas

A classificação das escritas e o seu agrupamento em “famílias” ou tipos é fundamental e obrigatório em qualquer estudo paleográfico, sendo, no entanto, um dos aspectos mais difíceis a que, como afirma Borges Nunes, “todos os paleógrafos desejariam poder furtar-se”.

No decorrer da evolução da forma, é possível fixar certos momentos em que a escrita assume aspectos característicos, que permitem distinguir tipos bem definidos a que se atribui um nome particular, procedendo-se deste modo a uma classificação.

Por Teresa Coelho a 06.04.2008 - Ler mais


Calendários Juliano e Gregoriano

A necessidade de contar o tempo surgiu durante o Neolítico, quando os primeiros agricultores notaram a importância do conhecimento das estações do ano para o sucesso das plantações. Isso levou ao desenvolvimento de um sistema próprio de contagem do tempo. Assim, o calendário é um sistema de contagem do tempo, que apresenta os dias, semanas, meses e estações do ano, as festas litúrgicas e feriados civis, a indicação das fases da Lua, etc. O nome deriva de calendae, «calendas», que indicava o primeiro dia do mês romano. O calendário moderno é do tipo solar.

Neste artigo abordamos os calendários Juliano e Gregoriano, de uma forma geral e sucinta, sem entrar em muitos pormenores técnicos. Estes dois calendários sucedem-se cronologicamente e são importantes para perceber porque existe uma supressão de 10 dias, na passagem de um calendário para o outro.

Por José Lopes e Sara Loureiro a 31.07.2007 - Ler mais